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quinta-feira, 14 de maio de 2009

, eu não desfaço os albuns.


Percebi que eu não tenho alguma paciência para rasgar cartas, desfazer albuns ou apagar recados de ex-namorados (da época em que eram namorados). Não é apego. Eu nem olho mais, me esqueço que existem, mas as fotos, as cartas e os emails continuam lá. E sinceramente não sei pelo que esperam. Talvez por um namorado ciumento que me convença a me desfazer de tudo. Ou não. Cada relacionamento amoroso que tive (principalmente os 2 últimos - os mais longos) não me ensinaram o que esperar de um namoro/noivado/casamento, mas me mostraram o que eu não quero e até onde meus limites me permitem ir.

Aprendi que não consigo ser o "lado forte" por muito tempo. Sou amiga, ouvinte, sou super companheira. Mas se eu não estiver recebendo o mesmo, a alegria (do rapaz) durará bem pouco. Descobri que não consigo conviver com muita dependência (ou independência); necessito do meio-termo. Entendi que eu adoro a rotina, e que a graça da imprevisibilidade é ela acontecer naturalmente, sutilmente e esporadicamente. Percebi que eu odeio disputa. Pra ter um namorado que só faz disputar com você é melhor entrar numa maratona que vai dar no mesmo. Entendi que eu tenho limites e que não posso quebrá-los por qualquer um. Tenho uma felicidade a zelar!

p.s.: Ontem, terminei meu 'namoro' de pouco menos de um mês. Não preciso dar explicações, mas faltou paixão e vontade de esperar ela chegar... Ninguém merece continuar assim, e ninguém merece esperar por um parceiro assim.

4 comentários:

  1. Olha, que interessante, pensei que fosse só eu!
    As vezes é bom lembrar das coisas boas pelas quais passamos e das pessoas interssantes com as quais nos relacionamos não é??

    Quanto ao fim de namoro, o bom de tudo é q vc não está sofrendo, se não houve paixão, não tem pq sofrer, ou tem??!

    Bjinhos.

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  2. tem nao!
    melhor assim, antes q pudesse haver. ne?

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  3. Se o arrependimento matasse...
    Eu cá, feito burro, achei que tinha chegado ao topo do meu mundo e quando casei deitei tudo fora. Cartas, fotos, pequenas lembranças,... Como me arrependo.:(
    Mas pronto, agora não há volta a dar, só reconstruir um novo baú de recordações.:)
    Quanto ao moço e ao "seu" (dele) fim, faço minhas as palavras da Carla, se Ela não se importa.:)

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  4. Também nunca me desfiz de nada. Tenho até mesmo as mensagens de celular. Gosto de olhar para tudo de vez enquando... É bom curtir aquele tempo passado. =)

    Fins são complexos! Mas é bom chegar no final de estradas, porque os novos caminhos tendem a ser mais motivadores... Ah, que venham novos amores!

    Beijo

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