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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Se expor ou não se expor, eis a questão

Com o advento da internet sabemos ao mesmo tempo muito, e muito pouco, das pessoas ao nosso redor. Já faz tempo que não consigo ser a mesma com as redes sociais e afins. Não consigo - e nem quero - mais expor minha vida, como já fiz antigamente. Lembro de um tempo que eu vibrei quando o (quase extinto) Orkut aumentou o limite de fotos, que na época eram 12. Ano passado - e ainda um pouco esse ano - eu viciei no twitter e em informações instantâneas. Tinha tudo na cabeça e ao mesmo tempo não tinha nada. Pois internet vicia e consome. Até que você cresce (mentalmente) e percebe o quanto essa exposição tão vista hoje em dia é prejudicial.
Assisti ao filme Amor por Contrato para fixação de uma aula de Marketing e comecei a fazer uma analogia com a vida 'internetesca' das pessoas. Com a necessidade de mostrar que se está bem (ou o contrário), mesmo que não esteja; de mostrar que é uma pessoa interessante, mesmo que não seja; de mostrar que é um cristão relevante, mesmo que não tenha a essência de Cristo em sua vida; enfim, de se mostrar muito... aquilo que na verdade não é.
Continuo gostando e usando bastante a internet, falando de algumas coisas da minha vida (vide posts anteriores), mas medindo muito bem o que falo, como falo, porque falo e pra quem falo. Afinal, para que serve a tecnologia senão para se adaptar as nossas necessidades? E não o contrário.


3 comentários:

  1. Tem razão, mas esta coisa vicia mesmo...:)

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  2. Verdade Marcela!!Vc acaba conhecendo um pouco a pessoa somente pelas postagens.

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