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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Pensamentos soltos sobre casamento

Esse post surgiu numa noite em que eu estava do lado de cá. Na casa dos meus pais. Esperando o marido chegar de um evento que foi com alguns amigos (e amigas). Quanto a mim, como vocês sabem, sou 'mãe de família' e o pequeno Pietro completa hoje um mês de idade (é festa!!!). Conclusão: nada de sair, o negócio da amamentação com livre demanda é estar a disposição do bebê.
Daí que estava pensando sobre a instituição casamento. Sobre no que funciona - e o que não funciona - no meu casamento.
Por mais que minha mãe diga que eu não fui educada para casar (E pode até ser). Sinto que fui sutilmente instruída a amar desesperadamente o meu esposo. Além de respeitar e aceitar sua individualidade. 
Sou 'entupida' dos defeitos. Vocês sabem... Mas - sem falsa modéstia - creio que sou mais compreensiva que muita gente por aí.
Creio que o meu casamento funciona como uma parceria (e não é assim que deve ser?). Meu marido é meu amigo e sabe que também pode contar comigo. A gente é "meio que" comparsa... e mesmo quando discordamos um do outro, nos respeitamos. Pois respeito é fundamental.
Acredito que cada casal tem seus próprios pilares para fazer dar certo - ou dar errado. A palavra-chave para o sucesso na minha humilde concepção é AMIZADE. Muita! E das sinceras, por favor.
Quando Pietro nasceu e foi uma loucura surpresa, o André mostrou o que é ser amigo de verdade. Cuidou de mim, da casa e de todo o resto. Tive muita ajuda da minha mãe e da minha sogra. Mas tenho certeza que se não tivesse nenhuma das duas, teríamos nos virado bem, só nós dois.
Por esse, e por tantos outros motivos é que me esforço bastante para romper com meu egoísmo crônico e atender a seus pedidos/desejos. Ou simplesmente, para não implicar com o futebol.
E assim seguimos.
Com um companheirismo potente que não deixa que a chama se apague... E que seja assim sempre.

Um comentário:

  1. Penso da mesma forma Marcela, também não implico com o "esporte", no caso do marido, a sinuca, que rola toda semana e vez ou outra nem com os shows de metal que não estou afim, mas ele está.
    Realmente na condição de mãe, nosso foco é outro e por mais atenciosos e companheiros que os pais sejam conosco e com os filhos, as indispensáveis (pelo menos na nossa cabeça) somos nós, as mamães e é por isso que não largamos a cria hehe.

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