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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Casinha branca, enorme lar

Hoje, recebemos um e-mail com o título "Relaxar é preciso" e no meio de tantas afirmações já velhas conhecidas nossas, pude compreender porque existe em mim uma sensação tão boa, de alívio mesmo, sempre quando chego em casa.

Seguem alguns trechos:
"Nós possuímos uma forte tendência a esquecer de relaxar. Desde a escola, somos ensinados a ficar preocupados.

Semana passada, um amigo comentou: - Minha qualidade de vida melhoraria muito se eu pudesse comprar uma casinha na beira do mar e passar uns 4 dias por semana lá. Hoje em dia, com a internet, muito do meu trabalho pode ser feito de longe.

Minha sugestão é: não misture o local de lazer com o local de trabalho.

Crie, a partir de hoje, santuários impenetráveis para preocupações. Um espaço na sua casa (ou sua cada toda!), onde você se determina a não pensar em problema, só em diversão e relaxamento.

A felicidade é constituída de momentos, e cabe a nós criá-los!"

Mediante esta leitura percebi que, inconscientemente, cultivo a minha casa como um santuário de relaxamento mesmo, de alívio até. Não quer dizer que não me preocupo. Sou mãe, tenho um bebê de nove meses engatinhando de um lado pro outro sem parar. É claro que meu marido facilita muito as coisas, faz todo o trabalho pesado, rsrs.
E, por isso, só de estar em casa eu me sinto melhor. Por exemplo, raramente, levo o notebook para casa. Não lembro qual foi a última vez que precisei fazer trabalhos em casa, seja da empresa (isso acho que nunca) ou da faculdade.
Ter essa relação com o lugar onde a gente mora, somada as pessoas com quem convivemos, faz de uma casinha branca um enorme lar.

Imagem: Pinterest

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