terça-feira, 28 de maio de 2013

Sono filho da mãe

“O sono é uma necessidade  de recuperação essencial ligada a todos os órgãos do corpo. Funções essenciais como conservação de energia, metabolismo anabólico, amadurecimento do sistema nervoso central, consolidação da memória e secreção hormonal são desempenhadas”, explica a neurologista Andréa Bacelar, da Clínica Neurológica Dr. Carlos Bacelar, no Rio de Janeiro.

Nunca tive - nem tenho - problema para dormir. Sempre fui famosa pela minha possibilidade de dormir a qualquer hora, em qualquer lugar. Com o tempo, percebi que bastavam-me 7 horas para que eu me sentisse descansada.
É claro que no final de semana experimentava dormir pelo menos umas 9 horas, mas raramente conseguia a façanha de dormi-las seguidas. Como sempre acordei cedo, o costume sempre foi mantido.
Então, o esquema para dormir mais um pouco baseava-se em acordar cedo - como normalmente - comer, distrair-se um pouco e depois voltar para cama para desfrutar de mais umas 2 belas horas.
Funcionava. E o final de semana sempre foi sinônimo de 'dormir o dia todo'. Não me importava de sair, de passear, ou de qualquer outra coisa, dormir era uma delícia e sempre me bastou. Para mim, era uma arte, um prazer...
Até que... Pietro chegou.
Quando bem bebezinho, eu ainda conseguia tirar umas boas sonecas durante o dia. E não dava para reclamar muito. Foi uma fase tranquila.
Voltei as aulas, terminei o curso e o tempo para dormir mudou. Mudou também minha sensação referente a soneca matinal. Comecei a me sentir realmente desorientada quando parava no meio do dia para "sonecar".
E então parei.
Não parar para descansar tornou-se o novo hábito. Percebi que essa história de "mais 5 minutos" me deixava com ainda mais sono, mais cansada, mais desorientada e atrasada.
Daí que nunca mais consegui dormir as sete horas necessárias para meu descanso. Quando muito, do tipo o máximo, consigo dormir cinco horas por noite.
E então fico pensando como a gente consegue? Como é possível render assim? Pensar assim? É certo que a manhã é tranquila e cheia de gás, mas quando chega a tardinha e a noite. Jesus! É um transtorno de tanto sono e cansaço.
Agora, como faz para superar isso com uma criança que - vez ou outra - inventa de dormir as 23 horas? Alguém me diz?
Tá bom. Tá certo. Sou cheia dos privilégios. O marido ajuda, a casa tá - quase - sempre em ordem e eu não preciso me preocupar muito com os afazeres domésticos. Mas... como faz para dormir mais um pouquinho sem comprometer o dia?

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Bom, acho que não tem mais jeito --"

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Somente Saudade

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"A falta que ele faz não se mede.
O tamanho dele dentro de mim, também não".

Marcela Fernanda

quinta-feira, 23 de maio de 2013

De volta ao Pilates

Eu já comentei por aqui da dificuldade de voltar a fazer uma atividade física desde que a maternidade chegou. Quem me acompanha a mais tempo, sabe que passei alguns poucos anos fazendo pilates dedicadamente, até que não deu mais. Pelas minhas contas, somam-se uns dois (quase três) anos que parei com todas as atividades físicas que praticava.

E então, tem quase dois meses, encontrei um Studio próximo do escritório, com o esquema de aulas avulsas. Fui conhecer e, além de perceber o quanto estava enferrujada, adorei. Desde então, tenho me esforçado muito para fazer, pelo menos, duas aulas por semana.

O sistema de aula avulsa facilita bastante minha vida, pois existem semanas dentro do mês que não posso me ausentar nem do escritório, nem do meu filho. Daí que fechar um pacote mensal seria, na verdade, perder dinheiro. Além de gerar uma espécie de frustração, uma vez que o planejamento para frequentar o pilates duas vezes na semana não fosse cumprido.
É claro que não poder ir as aulas, algumas vezes, é muito triste. Pois tenho grande amor pelas aulas, pela técnica e pelo estilo de vida que o pilates nos oferece.

Bom, me esforço do jeito que dá, e sempre que o trabalho e que o bebê me dão uma trégua, eu tento ir as aulas. Esse momento, somente meu, tem sido uma válvula de escape - saudável - para a correria e estresses que me aflige constantemente.

Com essa, volto a reconhecer que toda mãe tem seu próprio tempo para voltar a fazer as coisas que fazia antes. E que toda mãe precisa muito (!!!) de um tempinho - no meu caso, uma hora - só para ela.

E assim seguimos

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Antes de ser mãe...

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Antes de ser mãe, eu fazia e comia os alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.

Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então, eram coisas em que eu não pensava. Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mimnem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite todaAntes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinhaNem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo. Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.

Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.

Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda , cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.

Fonte: Facebook (adaptado e com grifos meus)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Desventuras de uma festeira de primeira viagem: o que eu fiz de errado

Imagem: hwtm

O meu primeiro erro, com certeza, foi não ter contratado um fotógrafo. Dispensei essa opção, pois, minha irmã tem uma câmera semi-profissional e tem um jeito de fotografar que eu curto. Joguei a peteca na mão dela e contei com isso. De última hora, ela não pode ir para o aniversario do sobrinho. E tive que jogar a responsabilidade para meu cunhado, que também clica bem, mas que queria muito mais curtir a festa. O resultado foi uma quantidade de fotos resumida, e alguns cliques que gostaria de ter feito e não fiz. Não posso culpar o cunhado, nem ficar irritada com a minha irmã (que aliás fez muito para que nossa comemoração acontecesse), o erro foi meu. Poderia ter desembolsado um pouco mais e chamado um fotógrafo(a) legal para o serviço.
Fica o lembrete: nunca esqueça do fotógrafo(a)!

O meu segundo erro foi não ter escrito uma lista sobre o que fazer durante o dia. Passei meses a base de listas, riscando os itens prontos e organizando os que faltavam. Essa ferramenta ajudou muito a organizar tudo até o dia da festa. O problema é que justamente no dia fiquei um pouco perdida justamente porque não tinha me esquematizado. Por exemplo, fui buscar o bolo em Boa Viagem, que é no Recife, o kit festa em Jardim Paulista, que é em Paulista, e cheguei em casa em cima da hora, ou seja, enquanto me arrumava (não deu tempo de dar um grau no cabelo --" ) os convidados chegavam.

O meu terceiro erro foi não ter organizado um esquema de iluminação melhor. A festinha aconteceu ao entardecer entrando pela noitinha. É verdade que às 19:30h a maioria dos convidados já tinha ido embora. No entanto, como moro próximo a praia, escurece primeiro na minha casa que na sua. Eu me vali de um pequeno refletor que temos na garagem. Foi pouco. De última hora, instalamos uma mega lâmpada emprestada do vizinho numa das luminárias da garagem. E na outra colocamos uma lâmpada mais forte. O que poderia ter sido feito? Esse esquema poderia estar pronto antes da festa começar.

O quarto erro foi não ter usado tudo que montei para a festa. Como o quadro com o acompanhamento mês a mês que planejei colocar em cima da mesa do bolo. Ou, como o prato de bolo que esqueci no escritório. Ou mesmo as bandeirolas que deixei de lado por não ter tempo de pendurar nas grades do terraço e das janelas, como tinha planejado. Ou mesmo de ter esquecido das etiquetas para colocar o nome de quem deu os presentes para poder agradecer depois.

São coisas como essas, aparentemente pequenas, que a gente só percebe quando a festa já está rolando o quanto poderia ter feito melhor. Mas, como diz o título, essa festeira aqui é de primeira viagem. Daí que sair tudo perfeito, de primeira... difícil né?!
E será que tem algum jeito de sair tudo perfeito?
Bom, eu acho que não. Por isso que essas são lições e lembretes que guardo para as outras festinhas que virão. Ou vocês acham que vou me contentar com apenas a celebração do primeiro ano de aniversario?!

Assim seguimos

terça-feira, 14 de maio de 2013

Jamais acredite

Jamais acredite quando alguém disser que determinado 'procedimento médico' é indolor. Menos ainda se você precisa assinar um termo de consentimento para o 'determinado procedimento'.
Além disso, é bom lembrar que cada pessoa tem um nível de dor. E as mulheres, apesar de aguentarem mais - é comprovado cientificamente!!! - têm uma recuperação bastante diferente uma das outras.
Ou seja,
é como gosto para filme. Aquele que lhe parece fantástico, para mim, pode parecer uma porcaria. Ou seja, criar expectativa é sempre uma furada, principalmente, quando o assunto é "procedimento médico".

Google

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Uma trufa e... 1000 lojas depois

Tem tempo que estava querendo comprar o livro do Alexandre, o dono da nossa amada - minha e de André - Cacau Show. Mas sem tempo para ler (C.S.Lewis está ali me esperando até hoje) eu não pretendia comprar o que eu não pudesse ler imediatamente.
Semana passada, meu esposo resolveu me dar de presente justamente o bendito livro com a história da marca. Pensei rapidamente com meu botões, será que consigo terminar de ler ainda esse mês (maio)? Virou meta.
Mas então a história da loja/fábrica é tão boa, o modo como o livro foi escrito é tão simples que terminei a leitura em três dias.

Admiro a história da Cacau Show e de como o Alexandre Tadeu Costa construiu esse império. Creio que por isso, o livro me pareceu tão 'apetitoso'. Para quem, no entanto, não é chegado nos chocolates da Cacau Show, ou não conhece a trajetória de seu diretor, a leitura pode não ser tão prazerosa.
Porém, creio que, quem tem o desejo de ser dono de seu próprio negócio, ou está começando no mercado de trabalho deveria, sim, dar uma boa lida no "Uma trufa e... 1000 lojas depois".
Não chega a ser um livro de auto-ajuda, nem uma biografia completa. Mas, com certeza, nos dá um 'gás' e enche a nossa cabeça de ideias e/ou pensamentos do tipo: pode dar certo.

Fonte: Google


Trechos:

"(...), se o objetivo é encontrar tranquilidade e estabilidade em poucos anos, melhor desistir de ser empresário".

"A paixão nos faz acordar todos os dias prontos para mas um longo expediente de trabalho e faz o nosso coração bater forte diante de cada conquista".

"Os chamados 'golpes de sorte' costumam ser, na verdade, uma recompensa a  quem se empenha. Quando você se recusa a aceitar um 'não', passa automaticamente a procurar um novo caminho".

"O empreendedor é aquele que acerta a flecha bem na mosca de um alvo que ninguém havia visto até então. Só depois, com a flecha cravada, alguém pinta o alvo".

"Já que errar faz parte da vida, devemos ao menos ser criativos ao cometer erros. Que sejam sempre novos, nunca repetidos. Afinal, se há um lado positivo nos erros, é o aprendizado que se pode extrair deles".

"Crescer significa abandonar situações confortáveis e conhecidas para buscar novos caminhos".

"A vida me ensinou que o tempo é o mais sagrado dos recursos. Cada minuto mal aproveitado é um desperdício que jamais será recuperado".

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Organizando: Latas de Alumínio

Toda mãe que oferece fórmula ou leite em pó a seu filho sabe a quantidade de latas de alumínio que somos capaz de juntar em poucos meses. Tendo apenas um pouquinho de consciência sustentável, saberemos que o alumínio demora em torno de 500 anos para se decompor. Pensando nisso, reuni uma coleção de imagens inspiradoras para a reutilização do mesmo.

* Jarrinhos




* Decoração para Festas



* Luminárias



* Porta-Treco / Porta Lápis







Imagens: Criando com Design / Google

Experiência própria: imprimi dois adesivos - em vinil - com temas bem legais e apliquei em duas latas, que agora compõem minha mesa e são meus porta trecos. Um ideia útil e simples.

Uma dica: se a sua ideia é pintá-la, utilize tinta em spray, é mais fácil e seca mais rápido.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Inspirações para o Dia das Mães

Próximo domingo é o Dia das Mães. E se você pensa em fazer algo especial aqui vão alguns links para ajudar a personalizar seu presente, cartão e o seu domingo.
Espero que gostem.

1* The Tomkat Studio - Cartões comemorativos & Tags para presentes



2* The Tomkat Studio - Topper para Cupcake & Etiquetas para presentes



3* COPYTEC - Banner Pequeno Comemorativo



Essa postagem tem conteúdo publieditorial.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Inverno de Legging


Legging foi uma peça que somente recentemente pude trazer para meu armário. Primeiro, porque não sei 'lhufas' de como usar. Segundo, porque o corpo também não ajudava. Nos últimos tempos, no entanto, ela se mostrou uma opção confortável e prática.
Entretanto, 'como usar' virou um problema, pois nenhuma das minhas blusas parecia combinar com a dita cuja. Sendo assim, fui pesquisar sobre o assunto e encontrei algumas dicas básicas:

* Quanto mais brilhante e clara a legging for, mais ela engrossará a perna, ou seja, se você já tem pernas grossinhas, procure leggings mais escuras.

Imagem: Google

* Se a legging for aquela beeem justa e você quer usá-la sem ser na ginástica, escolha blusas mais compridas que cobrem o bumbum, ou se a blusa for mais curta coloque por cima um blazer mais comprido ou um casaquinho de malha, tanto faz, o importante é cobrir o bumbum 

* As estampas também influenciam na aparência, estampas miúdas e de fundo escuro favorecem mais as pernas grossas, enquanto estampas grandes e de fundo claro ajudam a tornear mais as finas

Imagem: Ville Rose

* O comprimento também é muito importante, as calças mais compridas alongam mais a silhueta! Por isso se você é baixinha, legging e salto é uma boa pedida!

Fonte: Descomplicando

* As que são mais curtas e deixam uma faixa extensa da canela à mostra, aumenta a panturrilha, mas corta a silhueta, por isso são indicadas para mulheres mais altas. Mas cuidado para não ficar com cara de academia.

Fonte: Click Feminino

OUTRAS DICAS:

* Para não correr o risco de ficar vulgar, a legging não pode marcar o quadril e muito menos a virilha.
* Mulheres com pernas grossas devem evitar legging muito opaca e brilhante de cor clara, pois engrossam as pernas e as coxas. Invista nas cores escuras.
* Estampas miúdas de fundo escuro favorecem mais as pernas grossas e estampas grandes ajudam a tornear as pernas finas.
* Evite decotes muito ousados, pois a legging já é justa. Procure balancear na parte de cima para não deixar o visual vulgar.
* Invista no cinto marcando a cintura, ele ajuda a criar curvas femininas e dá um charme ao visual.
* Mulheres acima do peso devem optar pela legging escura, de preferência preta. A sobreposição da blusa mais larga com a legging ajuda a disfarçar os quilinhos extras, deixando a mulher mais em forma.

Fonte: Inystyle e Dicas de Mulher

O melhor ano da minha vida

imagem: pixabay Caí na armadilha das Newsletters . Mal o ano começou e me vi cadastrada em pelo menos cinco " news " que cheg...