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terça-feira, 3 de setembro de 2013

A melhor fase é... AGORA

Na última visita de Pietro a Pediatra comecei a conversar com a mãe de um bebê de 4 meses (não sei o que tem mãe em consultório para arrumar logo uma colega). Vendo ela a autonomia do pirralhinho (o meu) desenhando, bebendo água sozinho, conversando com todo mundo e rodando o consultório para dizer 'tudo bom' (ele diz: bombom?) a todos, falou: - Não vejo a hora do meu estar assim... - e completou - mas quando chega essa fase dá uma vontade de voltar para quando ele era bem bebezinho, né?
- Não necessariamente - respondi sorrindo.

Completei dizendo que curti demais cada fase para querer voltar no tempo. Parei então para pensar que amo-de-paixão essa fase de agora, a autonomia, as palavrinhas que só quem convive entende, o vício dele em peixes e todos esses detalhes que eu, certamente, sentirei falta quando ele for um adolescente e disser que está apaixonado :O (exagero, ein?)

Mas o fato é que enquanto gestante li bastante sobre o quanto é importante curtir cada fase, aproveitar o crescimento, registrar, fotografar e aproveitar. Eles vão ser bebês e crianças uma vez na vida, somente. A gente, vai ser mãe pra sempre. Ou seja, tem que curtir mesmo!!!
Outro fator, é que passa rápido. Sim! Eles crescem numa velocidade até assustadora. No entanto, dá para viver com cuidado e carinho cada mês, cada dia. Dá para curtir os detalhes e guardar momentos fofos na memória.

É comum encontrar - e ler - muita mãe por aí com crianças, geralmente, de 1 ano de idade falando da saudade do tempo que esses 'pimpolhos' eram pequeninos bebês. Quanto a mim, o que posso dizer é que saudade não tenho. Não trocaria as descobertas de Pietro de agora por nem uma (nem duas) noites de sono mais regrado, como o que ele tinha quando era recém-nascido. O que sinto, na verdade, são boas lembranças. O que sinto é alegria, é um sorriso abrindo sem que eu perceba quando lembro do meu pequeno magricelo, da amamentação, de quando ele aprendeu a me abraçar para dormir, e de quando ele disse sua primeira palavrinha (que foi Papai! ¬¬), dentre outras tantas coisas que nem todo o cansaço do mundo, nem a falta de compartimento de armazenagem da minha memória podem tirar do meu coração.

E assim seguimos.


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