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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Re-Post: Mulheres não brincam de casinha

Eu lá, 'revirando' minha caixa de entrada encontrei o e-mail com esse texto do André, postado originalmente em Agosto de 2011. Então, fui procurar a postagem e cá estou. É impressionante como, agora que sou mãe, as palavras dele soam de uma forma completamente diferente. E até eu, que nunca fui chegada as bonecas, preciso reconhecer que de uma maneira, ou outra, somos preparadas para o futuro; o futuro que é a maternidade. Cada mulher a seu modo e a seu tempo. E o que posso dizer depois de ter re-lido esse texto? É que nasci para isso. A maternidade completa meu mundo. Ou melhor, a família - como um todo - completa o meu universo. E isso, meus caros, só pode ser divino mesmo.
Segue o texto e vale a leitura ;)

Mulheres não brincam de casinha. São seres constituídos com a graça divina, providos de intelecto superior e estrutura física privilegiada e que desde seu nascimento carregam uma missão atribuída pelo próprio Deus.

Para dar sustentação ao proposto no título do texto, peço então, a mulher, menina, adolescente, jovem ou idosa que estiver lendo este texto que se esforce um pouco, busque em sua memória de infância, e me responda: qual foi o seu primeiro brinquedo? É bem provável que em sua mente venha à tona a lembrança de uma boneca. Aquela tão parecida com uma criança de colo. Estou certo?... É não apenas isto, me atrevo ainda a afirmar que você lembrar-se-á de todas as brincadeiras com suas amiguinhas, num tempo em que fazer “comidinha”, “arrumar a casa” e “cuidar do bebê” eram tarefas tão prazerosas e divertidas que as horas passavam sem que se percebesse.

Continuando no baú de suas lembranças, reviva sua adolescência, olhe para si mesma e observe o quanto seu corpo se transformou neste período, como ele foi moldado, como foi direcionado a um objetivo e o quanto às brincadeiras ficaram para trás, enquanto novos interesses foram surgindo, tomando seu tempo e seus pensamentos.

Agora vamos deixar as lembranças de lado, olhar ao nosso redor e procurar em nossa família, amigos ou pessoas próximas, mulheres que sejam mães... E perguntar-lhes o quanto amam seus filhos, o quanto são importantes na sua vida, quantos sonhos e realizações pessoais e profissionais deixaram de lado em prol deles e o que ainda seriam capazes de fazer por eles.

Enfim caros leitores, Mulheres não brincam de casinha porque sem que percebam, seu processo de desenvolvimento é, na verdade, um misto de doutrina, onde elas aprendem brincando a ter responsabilidade com uma casa e com filhos. E preparação para o futuro, onde seu corpo e sua mente são lenta e progressivamente orientados para que exerçam, de maneira satisfatória, o papel que a sociedade espera de qualquer individuo do sexo feminino. O de ser uma boa mãe.

André Torricelli

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