segunda-feira, 29 de maio de 2017

Portal de Gravatá (#TBT eterno)

Em Janeiro, 2017; passamos um final de semana com as crianças em um lugar sensacional. O tal do  Hotel Fazenda Portal de Gravatá.

Gravatá é cidadezinha marota, linda, de clima ameno (diferente do calor infernal do Recife), que é pólo moveleiro aqui do estado. Não é tão distante do Recife, mas não está tão perto que se renda ao calor, ao trânsito e outras mazelas da nossa cidade. Mas, enfim, é uma cidade querida. Cheia de gente criativa. E com lindos lugares para se hospedar. De chalés, pousadas, fazendas a resorts, tudo é muito aconchegante para levar a família, passar lua de mel e se encantar com o interior de Pernambuco.

O nosso tempinho hospedados no Portal rendeu a melhor parte das férias das crianças. Meu filho mais velho ficou encantado, animado e inquieto com tudo. Aproveitou o playground, foi 'apascentar as ovelhas', e curtiu muito as piscinas. Eu gostei mesmo foi da comida. Pensão completa é vida! Hahaha.

É certo que, com crianças, a maneira de consumir lazer muda totalmente. Queremos conforto, praticidade, limpeza, boa comida e um lugar calmo para colocar as pernas para o ar, e não deixar as crianças ainda mais eufóricas. Pensando nisso é que percebemos que viajar para praias deveria parar de fazer parte dos nossos planos; não por causa das crianças simplesmente, mas especialmente pela maneira de aproveitarmos as nossas (pequenas) viagens.

É por isso que o Portal de Gravatá é nosso #tbt eterno.
Ele tem tudo o que procuramos e muito mais. (Queria estar recebendo um descontinho na hospedagem por esse post, mas não estou.)

Recepção - Essa é a vista por trás da entrada, onde tem este laguinho cheio de peixes.

As ovelhinhas são super dóceis e algumas horas por dia ficam pastando próximo aos quartos. O restante dos animais normalmente ficam em seus estábulos e viveiros e a gente precisa descer até a vacaria para vê-los. E mesmo assim é lindo.
Área das Piscinas - Uma delas é aquecida.

No fundo tem o playground, campo para futebol, quadrinha pra vôlei. Muita área verde!



Entre os quartos. Temos essa área verde (ótima pra fotografar), e os quartos são assim, num corredor de Térreo e de 1º andar.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mudando o jeito de consumir Netflix


Sempre leio lista de indicações de Série e Filmes do Netflix e seleciono o que me interessa. Com o passar do tempo, percebi que seguir essas listas estava me causando certa frustração, pois a verdade é que tempo mesmo, eu mal tenho e as TVs de casa, hoje em dia, pertencem as crianças. Então, me sobra o smartphone - já que não costumo levar o notebook para casa -. 
Por isso, resolvi mudar um pouco a forma de consumir Netflix para otimizar minhas experiências com o aplicativo, de forma que eu consiga assistir e acompanhar determinada série ou filme.

// DESISTI DE ASSISTIR SÉRIES LONGAS //

Nada de Grey's Anatomy ou Pretty Little Liars. Não adianta me deter com séries com mais de 4 temporadas, que nunca vou terminar de assistir. Já tentei, mas por serem longas, são muito maçantes e, as vezes, lentas. E esse tipo de conteúdo só me dá a sensação de estar perdendo meu tempo.

// INCLUÍ DOCUMENTÁRIOS NA MINHA LISTA //

Como comecei a sentir falta de consumir informação, fui destrinchando alguns documentários disponíveis no streaming. Alguns conhecidos - e "da moda" -, e outros nem tanto. Descobri séries documentais muito boas. E sinto que é algo que, de certa forma, me acrescenta mais que os outros filmes.

// SÉRIES DE POUCAS TEMPORADAS //

Virei fã de séries de uma temporada só. É engraçado que todas que assisti depois dessa "mudança" no consumo da Netflix têm apenas 1 temporada. A maioria não indica que terá mais, como Outlander (que, na verdade tem duas, mas a segunda não está disponível); outras eu não tenho muita esperança que virá continuações, mas estou a disposição (hehe), como The OA e 3%, esta última que é a primeira série brasileira da Netflix; além de The Crown, que eu adoraria uma próxima temporada.

// FILMES NÃO MUITO CONHECIDOS //

Não adianta tentar me deter em filmes complexos, e que normalmente são sucesso de bilheteria, pois assisto por pedaços (alô maternidade!). Prefiro assistir filmes simples, comédias leves, assuntos triviais, que são - algumas vezes - rechaçados por uns, tidos como filmes ruins por outros; mas que cumprem ao que se propõem: entreter

Percebi que a medida que fui mudando a maneira de consumir o serviço, fui dando mais abertura para produções "originais Netflix", e hoje elas ocupam pelo menos metade da minha lista.

Quando usamos um serviço como a Netflix estamos buscando o entretenimento. O minúsculo esquecimento de como a vida é dura e cansativa. Aquele momentinho ali, de frente para a tela é, muitas vezes, o nosso escape. Muitas vezes o único escape de uma mãe, de um pai e mesmo de um adolescente.

É por isso que estou tentando aprender e aplicar a melhor forma de usar, conforme minha necessidade e possibilidades. E por aí? Alguém usando esse ou outros serviços de streaming de um jeito diferente para nos inspirar?

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Embrace

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Essa semana, assisti ao filme documentário EMBRACE.
E apesar de ficar bastante animada em falar dele, as pessoas com quem comentei sobre o filme nunca tinham ouvido falar dele, tão pouco da Taryn Brumfitt, a idealizadora de todo o projeto. O filme é de 2016, mas pelo que entendi, entrou no Netflix este ano (2017). A medida que fui assistindo a película, percebi que já tinha visto em alguns lugares o seu trailer e comentários sobre que tipo de consciência a Taryn estava trazendo a discussão com todo o seu conteúdo e projetos.

Todo mundo sabe que até a mais, fisicamente, perfeita das mulheres não está satisfeita com seu corpo. De acordo com a pesquisa que instigou Brumfitt a falar com mulheres de vários lugares do mundo sobre 'amar seus corpos', 91% das mulheres não gostam dos seus corpos.

A australiana Taryn Brumfitt sempre sentiu pressão para ter um corpo perfeito. Ela foi mãe três vezes e, após cada gravidez, via seu corpo e chorava, odiando aquilo que ela se tornou. Ela, então, decidiu que iria tentar se aceitar do jeito que era. E esse foi o primeiro passo para seu documentário, Embrace.

Brumfitt postou no Facebook uma foto do antes e do depois de seu corpo. A imagem viralizou, foi compartilhada até por celebridades e virou manchete em revistas e jornais do mundo todo.

Ela queria que as mulheres percebessem que podem aceitar seus corpos. Sua principal motivação foi a sua filha. Ela não quer que a menina passe pela mesma pressão de odiar o próprio corpo
.

Gostei bastante do documentário por, de certa forma, ter influenciado a maneira como me olhei no espelho depois disso. Invés do "estou horrível", soltei um inédito "não é tão ruim assim". A consciência de que todos os corpos são diferentes e que, existindo saúde, a sua beleza é válida e valiosa; é realmente importante.
Eu também não quero que minha filha precise passar por pressões de um mundo que acha que nosso maior legado é ser bela, magra e sexy. Somos, com certeza, muito mais que isso.

Por outro lado, e apesar de ter mais de uma hora de duração, achei o filme muito corrido. Queria ter visto mais. Penso que se o trouxessem em forma de série, como o Hot Girl Wanted - Turn On (que discorrerei no futuro), seria muito válido.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Nosso dia das mães atípico

google

Depois que a gente vira mãe, alguns clichês passam a fazer muito mais sentido. Este ano, aprendi que o conhecido "dia das mães é todo dia" é mesmo verdade. E pode até ser bem óbvio, mas quando o comércio nos pega com essas propagandas fofinhas e todos os preparativos que envolvem a comemoração do "dia", a gente acaba por aguardar por um domingo sensacional, cheio de amor (de presentes, por que não?!), de muito carinho e consideração com a mamães.

Vou contar uma coisa; meu marido gosta muito de datas comemorativas, de fazer qualquer detalhezinho para comemorar - e, é claro, espera que eu comemore as datas comemorativas que o envolvam -. Não somos de fazer surpresas gigantescas, e nem podemo$$. Mas a lembrança é sempre pertinente.

Mas esse ano foi tudo diferente.
Quem me acompanha nas redes sociais sabe: adoecemos forte esses dias.

Meu menino mais velho desenvolveu uma otite. Minha menininha pegou a gripe e resolveu que era hora de mais dentes chegarem. Imaginem o transtorno! Passei quatro dias praticamente sem dormir e o tanto que dormia era muito, muito mal. A partir da quinta feira pré dia das mães fui eu quem adoeci. Eu não me lembro de estar tão péssima mediante uma virose desde a chikungunya. E na "chikun" eu pude contar com o total auxilio da minha mãe, então eu pude descansar. Desta vez minha mãe - também - adoeceu e precisou de muito repouso.

Criança quando adoece quer somente colo, e colo da mãe. Então, assim foram nossos dias da semana das mães:

sem festa na escola, sem homenagem na igreja, sem registros nas redes sociais, sem chororô emotivo, só chororô de dor e cansaço, sem todo o 'glamour' do dia das mães, mas com muito, muito, muito colo para as minhas crianças. cansaço, choro, olheiras arrastando pelo chão; tudo por uma semana pós dia das mães com crianças saudáveis e cheias de energia. 

E quanto a mim: ainda estou me recuperando. Mas comemoro com alegria que já dormi - praticamente - uma noite toda já. 
Isso sim que é presente do dia das mães.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Maternidade, não dá pra ser alegre o tempo inteiro

Art & Motherhood: Brooke Smart


Sabe, a maternidade trouxe pra mim o melhor e o pior da vida. Sinto a felicidade real de alcançar meu sonho supremo de ter uma família, de ter filhos - sendo primeiro um menino e depois uma menina, como eu sempre desejei -.
Ao mesmo tempo sinto minha mente adoecida, permeada por uma tristeza profunda misturada com uma angústia inexplicável.

Tenho a incerteza de 'se voltarei' a me encontrar em mim mesma, é a certeza que não sou a mesma e o medo que soa em minha mente. Eu já me perdi do que me dá prazer, pois mal posso pensar em mim. E quando penso, tudo ao redor faz com que sinta uma culpa tão grande e tão pesada que me sinto incapaz de aguentar.

Desde que fui mãe pela primeira vez, cinco anos atrás, estou lutando contra uma sensação muito louca de pesar imenso, de tristeza profunda e de certo desespero por não conseguir perceber que há vida além disso...

Meses atrás, uma mulher me disse ao me ver no shopping com meus filhos:
Como eles estão lindos!
Mas a gente só consegue VOLTAR a viver mesmo lá pra depois dos sete anos, deles.

Parece dramático e trágico, mas reflete bem a sensação que cresce em mim nas 'vezes' que a tristeza profunda e imensa me abate.

Vinte dias após o nascimento da minha segunda filha eu passei muito mal e fiquei internada por dias. Um pouco antes disso acontecer eu sentia que o baby blues estava bem mais forte do que eu poderia suportar, eu estava cansada, não só fisicamente, mas - principalmente - mentalmente. Mas sabe o que é pior? Não poder dividir isso com ninguém.

Na maternidade, se a gente fala: ah como estou cansada! Ouve de volta um: mas queria tanto ter filho, né?! Se a gente fala: eu só queria um tempo pra mim! Ouve de volta: Esqueça! Se a gente suspira: estou muito triste, muito mal! Ouve de volta: mas você tem tudo que qualquer mulher deseja. É uma a-ben-ço-a-da!

Ah, nossa! Como esse "abençoada" é tolhedor!

Nenhum dos seus medos são justificáveis. Nenhuma das suas angústias são compreendidas. E mesmo que você tente desabafar com alguém é consigo mesma que precisa encontrar sororidade. Pois, mediante a tantos sentimentos controversos, somos nós mesmas que começamos a repetir as frases de efeito da sociedade.

"É uma fase, vai passar". (Eu sei! Mas preciso de uma pausa AGORA!). "Passa tão rápido. Aproveite a infância dos seus filhos". (Concordo! Mas enquanto isso, esqueço de mim?). "Mas ele (a criança) não tem culpa". (Não mesmo. Sei disso. Não estou culpando ninguém!). "Mas você tem uma família linda; deveria estar feliz". (E estou. E sou. E sou muito grata. Mas isso não me exime de sentir angústia, as vezes).

Sabe o que parece? Que a maternidade trás consigo todas as resoluções dos problemas da vida de uma mulher. Quando, na verdade, ela nos torna ainda mais sensível a alegria e a tristeza. E isso não é de todo ruim.

É, somente, normal.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Quais tendências , deste ano, eu não vou consumir

Ainda sobre o assunto de Simplificação do Estilo e Estilo Minimalista, vi um vídeo sobre o Conceito Anti Haul e fiquei muito animada em montar uma breve listinha com os itens que não irei consumir das tendências do momento.
Segundo a Luiza Ferro, no vídeo, a primeira pessoa a falar sobre esse conceito no Youtube foi uma gringa que tem um canal sobre maquiagem e que resolveu listar que itens 'tendência do momento' ela não iria comprar nos próximos meses.

Bom, a minha lista não é muito grande, pois quando a gente para pra pensar sobre consumir moda, maquiagem, etc, nunca pensamos NO QUE NÃO VAMOS COMPRAR. Mas como já estou neste exercício a um tempo, desapegando de algumas roupas, doando ou vendendo na minha lojinha do Enjoei.com [ aproveita e acessa lá ], passei a pensar bastante em que tendências e estilos de roupas eu não pretendo ter.

Acompanha minha lista:

// VELUDO MOLHADO //

// ficou lindo na Bah, mas em mim... imagem: @tudoorna //


Olha, essa pode ser a tendência do momento, mas DEFINITIVAMENTE não combina em nada comigo, nem com meu estilo de vida, tampouco com os lugares que frequento. Além disso, moro em lugar no Brasil em que temos quatro estações do ano bem definidas:
Verão, Mormaço, Quentura & Calor

E só de pensar em usar veludo aqui... Já fico suada. Argh! É algo que fica até bem legal em outras pessoas, mas que não serve para mim.

// VESTIDO COM CAMISETA //

Pinterest


Pra falar a verdade não sei o que pensar dessa produção, mas escolho "deixar passar" por gosto mesmo. Ou falta dele. Vejo que fica muito bonito nas meninas mais magras, mas como não estou (nem nunca fui) mais magrinha é algo que percebo que não ficaria bem em mim, tampouco combina com meu life style.

// OMBRO A OMBRO //

Pinterest

Admiro as mães que conseguem usar uma blusa dessas (ou vestido), porque comigo NUNCA funcionaria. Acho uma produção elegante e aos mesmo tempo sexy. Normalmente valoriza bastante a mulher, no entanto, para o tipo de vida que levo é bem complicado de incluir algum item assim. Estou sempre colocando crianças no colo, e além disso tenho seios grandes que tornaria seu uso ainda mais ~perigoso~. Hahahaha.

// MULE //

Pinterest

Na adolescência, usei mule e ele era lindo. Eu me sentia muito CHARMOSA. Mas passou! Acredito que essa tendência também não demora a passar, mas desta vez não vou me 'render' pelo simples fator: conforto. Como sou meio estabanada e estou sempre correndo atrás de crianças, o risco de um desses calçados ficar pelo meio do caminho aumenta em 70% (como cheguei neste número: não sei, só sei que foi assim. HAHAHA)

// SAIA PLISSADA METALIZADA //

Pinterest

Taí! Uma tendência que achei linda e quis muito comprar pra usar. Mas, quando parei para refletir sobre 'com o quê combina no meu guarda roupa' e sobre 'se combina com meu estilo de vida'; não consegui responder nenhuma com um SIM. Por isso, deixei passar.

Por enquanto, são essas tendências que não vou consumir nesta temporada e - provavelmente - neste ano. Continuo minha busca por peças de cores mais sóbrias, que combinem entre si e com o que já tenho. Volto a compartilhar mais sobre o assunto em breve.

Tempo

Ilustração: Freepik Tempo, não desejo que passes devagar. Tão pouco concordo em passares rápido demais. Apenas passe no seu tempo e n...