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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Embrace

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Essa semana, assisti ao filme documentário EMBRACE.
E apesar de ficar bastante animada em falar dele, as pessoas com quem comentei sobre o filme nunca tinham ouvido falar dele, tão pouco da Taryn Brumfitt, a idealizadora de todo o projeto. O filme é de 2016, mas pelo que entendi, entrou no Netflix este ano (2017). A medida que fui assistindo a película, percebi que já tinha visto em alguns lugares o seu trailer e comentários sobre que tipo de consciência a Taryn estava trazendo a discussão com todo o seu conteúdo e projetos.

Todo mundo sabe que até a mais, fisicamente, perfeita das mulheres não está satisfeita com seu corpo. De acordo com a pesquisa que instigou Brumfitt a falar com mulheres de vários lugares do mundo sobre 'amar seus corpos', 91% das mulheres não gostam dos seus corpos.

A australiana Taryn Brumfitt sempre sentiu pressão para ter um corpo perfeito. Ela foi mãe três vezes e, após cada gravidez, via seu corpo e chorava, odiando aquilo que ela se tornou. Ela, então, decidiu que iria tentar se aceitar do jeito que era. E esse foi o primeiro passo para seu documentário, Embrace.

Brumfitt postou no Facebook uma foto do antes e do depois de seu corpo. A imagem viralizou, foi compartilhada até por celebridades e virou manchete em revistas e jornais do mundo todo.

Ela queria que as mulheres percebessem que podem aceitar seus corpos. Sua principal motivação foi a sua filha. Ela não quer que a menina passe pela mesma pressão de odiar o próprio corpo
.

Gostei bastante do documentário por, de certa forma, ter influenciado a maneira como me olhei no espelho depois disso. Invés do "estou horrível", soltei um inédito "não é tão ruim assim". A consciência de que todos os corpos são diferentes e que, existindo saúde, a sua beleza é válida e valiosa; é realmente importante.
Eu também não quero que minha filha precise passar por pressões de um mundo que acha que nosso maior legado é ser bela, magra e sexy. Somos, com certeza, muito mais que isso.

Por outro lado, e apesar de ter mais de uma hora de duração, achei o filme muito corrido. Queria ter visto mais. Penso que se o trouxessem em forma de série, como o Hot Girl Wanted - Turn On (que discorrerei no futuro), seria muito válido.

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