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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Done

No facebook está rolando uma 'modinha' de copiar uma lista com itens de 'coisas realizáveis/realizadas na vida' no seu mural e marcar tudo que você já fez. Resolvi copiar, colar e compartilhar por aqui mesmo. Segue abaixo:

Morar sozinho
Comprar carro ✔️
Casar ✔️
Ver alguém nascer ✔️
Ver alguém morrer
Ter um amor verdadeiro ✔️
Visitar o Sul
Conhecer outro país
Aparecer na TV ✔️
Aparecer em um filme
Se apresentar numa peça de teatro
Fazer uma faculdade ✔️
Dançar na chuva
Se apaixonar ✔️
Tocar violão
Cantar no karaokê ✔️
Ver neve caindo
Chorar de tanto rir ✔️
Andar em uma ambulância ✔️
Chorar de soluçar até as lágrimas secarem ✔️
Realizar um sonho ✔️
Plantar uma árvore
Escrever um livro
Ter um animal doméstico ✔️
Curtir a praia olhando o pôr do sol
Ver o sol nascer ✔️
Andar de moto ✔️
Cair de moto
Fazer Rapel
Andar a camelo
Andar a cavalo
Aparecer no jornal
Aparecer em revistas
Fazer uma cirurgia ✔️
Ficar internado ✔️
Achar que ia morrer
Andar de helicóptero
Andar de avião
Ir ao cinema sozinho ✔️
Por um piercing
Fazer uma tatuagem
Dirigir um carro automático
Ter um carro antigo
Fazer mergulho
Viajar sozinho
Ficar na parte de trás do carro de polícia
Ganhar multa ✔️
Ter um osso quebrado
Ter pontos em algum lugar do corpo ✔️
Mudar de cidade ✔️
Ganhar um prêmio
Virar noite acordado ✔️

Percebi que já fiz bem menos coisas na vida do que pensava, ou as muitas coisas que fiz não estão listadas. Será?

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Minha Lista de Gratidão - 2016

Não é possível que 2016 tenha sido tão ruim assim. O meu ano não foi esse terror todo que estão falando nas redes sociais. Na verdade, ele foi é muito bom. Um ano incrível, aliás.
Pensei em fazer uma lista de metas para 2017, mas a verdade é que não consegui pensar em nada. Pra falar a verdade, não tenho metas "formadas" neste momento. 
É por isso, e por outras coisas, que resolvi criar uma LISTA DE GRATIDÃO pelas coisas boas que me aconteceram (e acontecem) comigo neste ano de 2016. 
  • Primeiramente, estou viva ! 
Esse ano, fui internada as pressas, com convulsões. Algo na minha cabeça deu muito errado enquanto eu curtia o 'baby blues' da maternidade. Entrei direto para UTI e passei 4 dias por lá e mais uns 12 no hospital. O médico informou ao meu marido que eu poderia ter sequelas e até mesmo nem sair de lá viva. Mas eu saí, sem sequela nenhuma. Apenas com uma amnésia que passou logo. Lembrei de tudo! Estar viva, em 2016, não faz parte de uma frase de efeito, faz parte de uma experiência que não esquecerei.

  • Tenho uma família feliz.
Temos nossos trancos, e nossos barrancos. Mas a nossa (louca) dinâmica FUNCIONA! E sou grata por isso. 

  •  Compramos um carro novo.
Quando a gente menos esperou, surgiu uma oportunidade incrível que resolvemos aproveitar!! Deu certo! Sou grata por isso, pois quem tem criança (duas, aliás) sabe que espaço e conforto são cruciais para uma viagem tranquila (ainda mais nós, que 'viajamos' todo dia).

  • Meus filhos têm saúde
 Sobre isso a gente precisa agradecer o tempo todo, todo o tempo.

  • Temos estabilidade em 2016 ( o/ )

  •  Vi amigos terem sucesso e reconhecimento

  •  Vi pedidos de oração serem atendidos

  •  Agradeço por cada sorriso de Mallu e por todas as vezes que eu consigo entender Pietro, ou que ele me entende

  • Por cada vez que meu filho me disse que eu SOU LINDA.
Acredite! O mundo pode estar desabando e você pode estar se sentindo um caco, mas se o seu filho de 4 anos diz que você é linda, sua auto estima pipoca e sente que pode fazer qualquer coisa no mundo, por ele.

  • E, por fim, agradeço todos os dias a Deus pela vida do meu esposo, por tudo que ele alcançou este ano, mas especialmente por sua PARCERIA, por ter segurado a barra.


sexta-feira, 23 de setembro de 2016

100 dias

Ontem, meu instagram encheu-se de 'avisos' referente aos últimos 100 dias do ano. Na hora pensei: Já? Só faltam 100 dias? Mas os avisos motivacionais mostravam que AINDA faltava 100 dias e que o tempo, na verdade, poderia ser nosso amigo uma vez que, querendo, existia tempo suficiente para fazer o que lhe faltava, o que queria, ou o que buscava.

Pensei sobre o assunto e amante de listas que sou, elaborei rapidamente uma lista mental sobre as coisas que gostaria de melhorar nos próximos 100 dias e pra sempre...
Como tenho andado insegura com minha aparência, a pequena lista foi sobre esse assunto. E espero que consiga melhorar e seguir esses novos aspectos; que são simples, mas quando se é viciada em açúcar e farináceos como eu, a história é outra...



Já faz tempo que procuro um estilo pra chamar de meu. Antes da maternidade, percebi que o estilo que me agradava era o clássico. Nunca me senti muito, digamos, moderna; tão pouco conseguia incluir novos moods no meu estilo.

Depois que os filhos chegaram minha mentalidade mudou em relação a muitas coisas, e ao meu estilo também. Desde então, procuro um 'lugar' para chamar de meu.
Até que, somente esse ano, encontrei um estilo o mais próximo possível das minhas preferências, o Comfy Chic. Como diz o próprio nome tem a ver com estar confortável e chique ao mesmo tempo. Enchi meu pinterest de referências e já estou testando e achando muito bom.

Quanto as bolachas recheadas e refrigerantes é o seguinte, todo mundo sabe que faz mal, todo mundo sabe que a concentração de gordura e açúcar são enormes e mesmo assim, todo mundo gosta. E eu não fico de fora. As bolachas recheadas (que eu me esbaldava na tpm) já estão ficando fora do meu cardápio a muito tempo, durante alguns dias é que eu não me controlava e comia um pacote inteiro, e pra evitar coisas desse tipo resolvi que é tolerância zero.
O refrigerante é mais difícil, mas... também restringimos ao máximo aqui. Mas ainda dou minhas escorregadas. Quando tive meu 1º filho passei dois anos sem refrigerante, mas depois que voltei a tomar entrou numa frequência não desejável. Então, vamos parando antes que eu fique viciada novamente. Hehe.

E quais os planos de vocês para os próximos 100 dias?!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Pequenos conflitos maternos (sacrificios vs. corpo perfeito)





O que é melhor? A satisfação com seu corpo? Suas medidas e o número da sua roupa? Ou, a satisfação de poder comer e beber o que desejar?

A maior parte dos brasileiros, em especial as brasileiras, precisa de sacrifícios com a alimentação, e exercícios diários para manter o corpo numa forma que lhe seja desejável.

Sou mãe de dois e como já postei aqui, minha aparência melhorou em 200% depois do casamento e maternidade. Depois do 2º filho também não tive problemas com a aparência... Até que adoeci com a chikungunya; e desde então meu peso só aumentou. Não sei se tem relação ou se é pelo fato da tireoide também não me ajudar. Então o metabolismo lento somado a essas arboviroses só me complicaram.

Andei querendo ‘me cuidar’, mas quem tem criança pequena sabe que atender a esse desejo não é tão simples. Compramos uma bicicleta. Cuidei do que comer. Mas... Não deu.

A verdade é que o sacrifício com a comida, ou com acordar muito mais cedo (diga isso para uma pessoa acorda NORMALMENTE as 5h00 e sai de casa as 5h30 pra ver onde ela acha tempo) para as atividades físicas não são pra mim.
Adoro comer! Sinto prazer nisso. Além do mais, passei um período depressivo em que a comida era meu alivio e compreensão.
Então, bem vinda aos lindos 10 (DEEEZ!!) QUILOS ganhos de fevereiro até a presente data.

Fiquei pensando que adoraria ter a tal força de vontade e foco que tanto é pregado por aí. Mas não tenho. Eu prefiro comer. E eu prefiro comer de tudo. É tão difícil o dia a dia. É tão cansativo meu dia, minha vida. Que eu não consigo sacrificar meus pequenos momentos de prazer (comer, dormir, assistir uma série – por 5 minutos - ) por uma culinária saudável ou meia hora de pedal.

Daí que andei pensando quantos de nós, ou melhor, quantas de nós, mães, passam por este conflito. A gente quer se cuidar, voltar a forma ‘original’ ou melhorá-la, ou só se distrair;  mas acaba desistindo pelo simples fato de que a maternidade nos suga tanto, que o restante dos sacrifícios tornam-se descartáveis. E é por pensar nisso, e entender que eu não preciso de certos sacrifícios para o momento atual, vou tentando não me arrepender do chocolate, do churrasco e das poucas horas no Netflix, mesmo que algumas vezes (que não são poucas) me sinta feia e insegura.