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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Reclamar menos

É frustrante!
Decidi por mim mesma que faria de 2018 um ano para se reclamar menos. Como andei deprimida em 2017 e nada parecia bom (e nem tava mesmo), quando escrevia sobre minhas expectativas para este ano eu sempre pontuava o quanto iria me esforçar para reclamar menos.

E aí o ano novo chegou.
Começou lindo e gostoso. Tranquilo. Em família. Férias.
Nossa! Como tava bom!

De repente vem uma doencinha que pega meu menino de jeito. Três dias de febre. Moleza no corpo. Emergência. Garganta inflamada. Remédio. Fica bem. 
E depois da noite escura vem...

A minha menininha que adoece - quase sempre - em seguida. Passa UMA SEMANA tendo febres inexplicáveis. Emergência. Exames. Furadinhas. Muito choro. Dela. Meu. Fico desesperada. Triste. A-C-A-B-A-D-A. Mas passa.

Vencemos. Ela venceu. Eu venci. Todos estão bem. E...

Eu adoeço. Mas sabe como é. Mãe quando adoece, é diferente. É tenso. Porque nada pára pra te acompanhar. As crianças começam na escola, adaptação da mais nova e novos desafios do mais velho.
Parece que a rotina vai desandar. Mas fica bem. Vencemos a primeira semana.

Mas, a mãe aqui, ainda está doente, cansada, dor em todos os ossos do corpo. Tá bom, vai. Nem todos. Mas na maioria. Fico mal. Odeio sentir dor.
Volto a reclamar. Reclamo sem parar. Choro de desespero. Reclamações. E eu caio em mim.

É frustrante!

Queria não reclamar. Achar essa tal da leveza. Mas tô aqui, com vontade de desistir de tudo (pra variar). Sinto aquela "deprê" chegando, mas eu fiz um acordo comigo mesma de fazer essas sensações melhorarem. 
O dia anda. A vida gira. E ainda tem TANTA coisa pra acontecer. Não quero esmorecer da minha decisão de reclamar menos.

Lembra do lema pra 2018?
Pense no que pode dar certo.


Estou pensando. Respiro e penso. Penso e respiro. Eu sei que faz sentido. E sei que tudo logo melhora. Sei também que é bastante cansativo. Mas que não existe caminho não-cansativo para a maternidade e para a vida adulta. Então, é o que temos.

Reclamar menos.
Pensar no que pode dar certo.
E seguir.
É assim!

***

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lema de 2018: Pense no que pode dar certo!

Pixabay


Semanas atrás, recebi uma newsletter que me fez pensar sobre a maneira que eu sempre enxergo o mundo.
A maneira do pessimismo.
Não é de hoje, que sou assim. Talvez, pela minha constante e sempre intensa ansiedade, defini para mim mesma a máxima de que "a expectativa é mãe da decepção", e lutava com tudo que podia para não criá-las. Percebi, no entanto, que isso colaborava para que eu cultivasse ainda mais ansiedade. E uma ansiedade ruim. Pelo que não ia dar certo. Sempre crente que o que eu estava construindo ia, em algum momento, desmoronar.

Nossa! Como isso me fazia mal!
E como eu não enxergava!!

Até que, ao ler essa frase, comecei a tomar uma posição diferente diante das obras da vida. Comecei, com sinceridade, a pensar no que pode dar certo. A pensar que PODE dar certo. E que se der certo, vai ser massa. Posso ficar feliz. Posso cultivar boas expectativas. E posso ter em mente que se NÃO der certo, tudo bem. Bola pra frente. Se for o caso, tentamos de novo. Se não, seguimos.

É interessante como uma mera mudança na nossa postura frente a vida, e tudo que se desenrola nela, pode melhorar significativamente os nossos dias.
Não digo que consigo levar com "mais leveza" os dias, pois tenho uma personalidade nervosa e ansiosa. Mas tenho conseguido levar de maneira menos triste os maus dias (que já deram as caras por aqui, algumas vezes) e tenho estado mais feliz durante os dias bons e tranquilos.

Percebi que, talvez sem querer, "PENSAR NO QUE PODE DAR CERTO" tornou-se meu lema para 2018. E acredito que vai dar muito certo.

***

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Escrever #desejos2018

Elaborei uma listinha de Desejos Para 2018, e separei entre o que eu PRECISO fazer e o que GOSTARIA de fazer. Foi uma mistura de Lista de Tarefas e Lista das Coisas Que Eu Gostaria de Dar Atenção.
Dentre tudo que eu gostaria que acontecesse neste ano, ESCREVER está em lugar de destaque. 
Gostaria de dar atenção a esta prática que me faz tão bem. Sou das letras. Não tenho para onde correr. Apesar de não ter formação na área, sempre gostei de escrever, sempre tive diários, sempre escrevi poemas, tenho blogue a mais de 10 anos e escrevo com alguma frequência. No entanto, bem menos do que gostaria.
E esse "bem menos que gostaria" se deve a toda minha insegurança por sentir que não escrevo perto do 'razoável' que desejo. Por isso, resolvi que em dois mil e dezoito gostaria de fazer alguns estudos dirigidos para o aperfeiçoamento da escrita, ou pelo menos, para a busca dele.
Dessa forma, estou aceitando sugestões de bons livros para o desenvolvimento desta área. Por isso, se você tem alguma dica de livro (de artigos, de autores, de blogues) que possam me ajudar a realizar este desejo pode deixar nos comentários, ou mandar por mensagem. Vou ser muito grata!


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O dia perfeito

Um tempo atrás, esbarrei na pergunta: se não existisse impedimentos, como seria o seu dia perfeito hoje? Hoje. Nem mais rico, nem mais pobre. Somente sem impedimentos de tempo. Somente sendo você mesmo. Como seria esse dia perfeito?
Respondi simples.

Eu queria só entregar minhas demandas com folga. Ficar com as crianças. Tira-los das quatro paredes. Passear. Ir a praia. Rir. Ficar com meu marido. Dar atenção a todos. E a mim mesma. E ir dormir cedo 😅

Ainda nos primeiros dias do ano eu vivi meu dia perfeito. A satisfação em reconhecer que apesar do cansaço e de algum chororô das crianças, foi sim, o MEU dia perfeito; essa satisfação foi demais. É a felicidade que a plenitude traz. E como é bom sentir.

Convido qualquer um a fazer esta reflexão. Como seria seu dia perfeito hoje? Com o que você tem hoje. Com o que você é hoje. Como seria?
Você vai ver que tudo que a gente precisa pra ser feliz está, realmente, a nosso alcance.