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terça-feira, 18 de abril de 2017

Dificuldades na mudança de estilo


Desde 2016 estou buscando categorizar o meu estilo, a fim de ter um 'norte' para adiquirir novas peças e transformar meu armário em algo mais condizente com a imagem que quero ter e transmitir. Nas minhas pesquisas e estudos me familiarizei com estilo // Comfy Chic // e, posteriormente, passei a ler mais sobre minimalismo e sobre a influência dele no guarda roupa.

Além de me identificar com ele, senti que não só a imagem que quero transmitir, como também, a facilidade e simplicidade que preciso para ajudar no meu dia a dia, o tornam a favor de mim.

Então, olhei bem para o meu armário e percebi a grande quantidade de peças que tenho e que estão sem uso por várias razões. A primeira e maior delas é que engordei. Pelo menos uns 10 kilos de fevereiro de 2016 para cá. É claro que quero emagrecer e estou em meio as visitas médicas para tal. No entanto, também sei que isso leva um pouco de tempo (ainda mais se minha genética e metabolismo complicam as coisas), e nesse tempo eu preciso vestir algo não é?

As outras dificuldades referem-se a fatores externos. Segue abaixo:

// ESTAMPAS //
Eu ando pelas lojas e me pergunto: será que é mais barato confeccionar roupa estampada que roupa lisa? Bom, eu não entendo de moda enquanto comércio. Desde que decidi moldar meu estilo ao minimalismo chique e confortável, ainda não consegui comprar nenhum peça de roupa (só estou me desfazendo) pois simplesmente não encontro boas peças lisas e de cores neutras.

// TECIDOS //
Outro fator importante de não ter adquirido nenhum vestuário ainda também está ligado a como as roupas estão cada vez mais caras e com a qualidade pior. Olha, aqui no Recife é quente pra caramba, e eu entendo que roupinhas de malha são as que mais vendem justamente pelo baixo preço (se você garimpar muito) e por serem, digamos, mais fresquinhas. Encontrar algo bonito, de tecido, e com menos de 50% de poliéster é como uma Odisseia.

// NUMERAÇÃO //
Olha, eu engordei 10 kilos no último ano, mas minha numeração é a mesma desde que eu tinha 18 anos, afinal, eu também nunca fui 'sequinha'. Mesmo assim, entre encontrar uma numeração que caiba e uma que fique confortável existe um grande abismo e uma grande falta nas lojas como um todo.

Estava lendo sobre moda e estilo, estudando sobre os estilos e retendo o que posso aplicar no meu dia a dia; e percebi que essas reclamações são recorrentes. O que percebo é que muitas lojas de fast fashion estão acostumadas a vender roupa para um público em que não estou inclusa, pelo tamanho que visto e por quão crítica  estou ao consumir¹ 'moda'.

¹: Essa é uma tendência de qualquer consumidor que se identifica tanto com um assunto, que começa a estudar sobre o mesmo e percebe o quanto estava equivocado.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Interrupções

Quanto tempo real eu teria se não fosse
interrompida o tempo todo?

Quando a maternidade chega - e ainda mais quando você resolve trazer as crianças para a empresa - é inevitável não estar o tempo todo sendo interrompida.
No entanto, o que ocorre no ambiente de trabalho não se resume as interrupções (esperadas) das crianças, e sim dos adultos ao seu redor. É por isso que se torna insuportável.
Daí que o "pensamento" acima virou uma das minhas indagações mais recorrentes... Quanto tempo real eu teria?

Ou esse tal de ~tempo real~ não é nada mais, nada menos, que uma ilusão?


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Primeiro, as primeiras coisas


Primeiro, as primeiras coisas.

Sempre costumo ouvir essa expressão, que meu esposo usa geralmente para momentos em que temos muito que fazer, zero motivação e pouco sentido norteador.

Com o tempo, passei a usar a expressão para mim mesma. Como um aviso: Pára! Respira! E presta atenção nas prioridades.

Com a vida de mãe criando #filhosnotrabalho esse posicionamento me ajuda a ter o mínimo de foco. Pois, como já comentei algumas vezes, as interrupções são intermináveis; além do próprio marasmo que insistimos em nos meter.

Creio - também - que ela age como um norte. Que quando você pensa nas "primeiras coisas" a mente trata de te listar o que é mais importante e urgente, ajudando com o que precisamos manter no eixo.

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terça-feira, 4 de abril de 2017

[ EDITORIAL ] Segundo Trimestre - Maternidade


O editorial deste trimestre será a maternidade. Em abril, meu filho mais velho completa 5 anos de idade. E desde então eu vivo intensamente não só a maternidade, mas todas as áreas da minha vida. É normalmente durante esses meses que eu mais falo sobre o assunto (apesar de ter falado bastante sobre ele no primeiro trimestre), também por maio nos bombardear com todas aquelas propagandas fofas do dia das mães, acabo tendo muito mais novidades e desabafos sobre este tema.

Criar uma linha editorial e trabalhar com temas pessoais nela não quer dizer que no blog só terão posts com essa temática. Mas, me serve, e a quem me segue, como bússola para encontrar, ler e se inspirar com os textos radiantes.

Palavras - chave: maternidade, paternidade, maternagem, amor, vida.